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	<title>Arquivos bobath - Inisp</title>
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	<description>Instituto de Neurologia</description>
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	<title>Arquivos bobath - Inisp</title>
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	<item>
		<title>Conceito Neuroevolutivo Bobath</title>
		<link>https://inisp.com.br/conceito-neuroevolutivo-bobath</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Luciana Midori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 00:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[neurologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bobath]]></category>
		<category><![CDATA[fisioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO O conceito Bobath foi criado e desenvolvido no início dos anos 1940 pelo Dr. Karel Bobath (Psiquiatra e Neurofisiologista) e Berta Busse Bobath (Educadora Física e Fisioterapeuta). A técnica foi descrita primeiramente em 1948 e em 1951, após Berta receber o título de fisioterapeuta,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>O conceito Bobath foi criado e desenvolvido no início dos anos 1940 pelo Dr. Karel Bobath (Psiquiatra e Neurofisiologista) e Berta Busse Bobath (Educadora Física e Fisioterapeuta). A técnica foi descrita primeiramente em 1948 e em 1951, após Berta receber o título de fisioterapeuta, os Bobath abriram sua clínica em Londres, a Western Cerebral Palsy Centre.</p>
<p>O casal Bobath dividiam um profundo interesse em compreender os problemas dos adultos e crianças com deficiências neurológicas e exploraram como a terapia desenvolvida por Berta poderia fazer a diferença na habilidade para moverem-se. Karel publicou então o livro <strong>“Base Neurofisiológica para o tratamento da Paralisia Cerebral”</strong> que deu o embasamento científico para o conceito da terapia neuroevolutiva.</p>
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<p>Na década de 60, com o objetivo de prevenir as deformidades incapacitantes causadas pela Paralisia Cerebral, Miss Mary Quinton (Fisioterapeuta) e Dra. E Köng (Neuropediatra), ambas formadas pelo conceito com Berta Bobath, iniciaram um trabalho pioneiro no tratamento de bebês por meio da intervenção precoce em bebês de risco e em bebês com padrões de movimentos atípicos.</p>
<p>Desde então, o conceito Bobath, desenvolvido por Mrs. Berta e Dr. Karel na década de 50, tem sido praticado no mundo todo e tem se evoluído e aprimorado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-574" src="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath2-300x225.png" alt="" width="300" height="225" srcset="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath2-300x225.png 300w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath2-768x576.png 768w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath2-700x525.png 700w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath2.png 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>O CONCEITO</strong></p>
<p>O Conceito Bobath está definido como uma abordagem de resolução de problemas para avaliar e tratar indivíduos com distúrbio da função, movimento e controle postural, devido a uma lesão do sistema nervoso central, independente do grau de incapacidade. O tratamento é baseado no entendimento dos componentes da função e dos movimentos normais, ou seja, é uma Abordagem Funcional. E seu objetivo é que o indivíduo alcance essa função com a máxima qualidade possível, considerando os limites do indivíduo e do ambiente, otimizando desta forma sua Atividade e Participação, e subsequente qualidade de vida. Sendo desta forma congruente com a CIF (Classificação Internacional de Funcionalidade).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-575" src="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath3-300x118.png" alt="" width="300" height="118" srcset="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath3-300x118.png 300w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath3-768x302.png 768w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath3-700x275.png 700w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath3.png 873w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><em><strong>Fig 1. Modelo da Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF)</strong></em><br />
<em><strong>Organização Mundial da Saúde, 2003</strong></em></p>
<p>É aplicável para crianças e adultos com comprometimento neurológico, sendo no universo infantil, mais comumente aplicável em crianças com paralisia cerebral ou encefalopatias crônicas não evolutivas.</p>
<p><strong>O TRATAMENTO</strong></p>
<p>A reabilitação da criança com paralisia cerebral é baseada em otimizar o seu potencial funcional e prevenir complicações secundárias, como encurtamentos e deformidades.</p>
<p>O conceito Bobath visa otimizar movimentos e funções com a maior qualidade possível, por meio de manuseios e facilitações que influenciam na adequação do tônus e no controle postural da criança.</p>
<p>O planejamento terapêutico baseado no conceito Bobath é definido a partir de uma avaliação minuciosa que inclui não só seus componentes sensoriais e motores, mas considera também o seu desejo, expectativas e as preocupações da família. Essa avaliação nada mais é do que uma análise observacional detalhada da sequência de movimentos durante o desempenho de uma tarefa escolhida pela criança ou família, permitindo ao avaliador determinar como o movimento difere do comportamento motor típico, incluindo também a análise das compensações utilizadas. A partir daí é construído um raciocínio clínico de quais sistemas podem estar comprometendo a execução desta tarefa, e determinam-se as estratégias terapêuticas, sempre levando em consideração o potencial do paciente para uma recuperação funcional positiva, sustentada pelo princípio da plasticidade neuromuscular e do aprendizado motor, não deixando de reconhecer a limitação trazida pelo déficit neurológico. Lembrando sempre que o movimento funcional depende da tarefa escolhida, e sofre interferências do ambiente e de fatores pessoais.</p>
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<p><em><strong>Fig. 2. Esquema da relação e influência dos diferentes sistemas sobre o movimento funcional.</strong></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-577" src="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath5-300x225.png" alt="" width="300" height="225" srcset="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath5-300x225.png 300w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath5-768x576.png 768w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath5-700x525.png 700w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath5.png 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><em><strong>Fig. 3. Interrelação tarefa, indivíduo e ambiente sobre o movimento funcional.</strong></em></p>
<p>As reavaliações são periódicas para estabelecimento de novas metas terapêuticas e readequação de objetivos<br />
A família e a rede de cuidadores da criança são parceiros durante todo o tratamento e o seu envolvimento e participação são fundamentais. É para eles que são direcionadas as orientações para continuidade do cuidado em casa.</p>
<p>O tratamento tem característica interdisciplinar e centrado no paciente, sendo comum terapias conjuntas com diferentes especialidades (exemplo: terapia conjunta de fisioterapia e terapia ocupacional para otimizar o treino motor e funcional em uma determinada atividade como vestir-se, por exemplo).</p>
<p>As terapias também costumam ter componente lúdico para adequar ao universo infantil e ir ao encontro dos interesses da criança, afinal, a atividade principal da criança é brincar. É por meio da brincadeira que a criança aprende e se desenvolve e as alterações causadas pela paralisia cerebral podem comprometer o seu potencial de explorar o meio e os brinquedos.</p>
<p>O objetivo final é que a criança seja capaz de transportar para o dia a dia os ganhos adquiridos nas sessões de terapia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-578" src="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath6-207x300.png" alt="" width="207" height="300" srcset="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath6-207x300.png 207w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath6.png 580w" sizes="auto, (max-width: 207px) 100vw, 207px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-579" src="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath7-207x300.png" alt="" width="207" height="300" srcset="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath7-207x300.png 207w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath7.png 580w" sizes="auto, (max-width: 207px) 100vw, 207px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-580" src="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath8-300x225.png" alt="" width="300" height="225" srcset="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath8-300x225.png 300w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath8-768x576.png 768w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath8-700x525.png 700w, https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2019/04/bobath8.png 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><em><strong>Fig. 4. Fotos ilustrativas do conceito Bobath</strong></em></p>
<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>
<p>1. Panturin, E. The Bobath Concept. Clinical Rehabil. 2001 Feb; 15(1):111-3.<br />
2. Brock,K., Jennings, K., Stevens, J., Picard, S. The Bobath Concept has changed. Aust J Physiother. 2002; 48(2):156-7.<br />
3. Raine, S. The current theoretical assumptions of the Bobath concept as determined by the members of BBTA. Physiotherapy Theory and Practice. 2006; 23: 137-152<br />
4. Raine, S. Defining the Bobath concept using the Delphi technique. Physiotherapy Research International. 2006; 11:4-13<br />
5. CIF-Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e de Saúde. OPS (Organização Panamericana de Saúde) e OMS (Organização Mundial de Saúde) &#8211; Centro Colaborador da OMS para classificação de doenças em português Universidade de São Paulo. EDUSP &#8211; 2003<br />
6. Mindy F.L., Panturin, E. Sensoriomotor integration for functional recovery and the Bobath Approach. Motor Control, 2011; 15:285-30<br />
7. Howle J.M., “Neurodevelopmental Treatment Approach &#8211; Theoretical Foundation and Principles of clinical practice”. Third printing updated, 2007. Neurodevelopmental Treatment Association.<br />
8. Michaelsen, S. M., Dannenbaum, R., &amp; Levin, M. F. Task-Specific training with trunk restraint on arm recovery in stroke. Stroke. 2006; 37: 186- 192.<br />
9. International Bobath Instructors Training Association. (2008). Theoretical Assumptions and Clinical Practice Retrieved October 29, 2012, from http://www.ibita.org<br />
10. Cott, C., Vaughan-Graham, J. &amp; Brunton, K. When will the evidence catch up with clinical practice. Letter to the Editor. Physiotherapy Canada. 2011; 63(3): 387-390<br />
11. Vaughan-Graham, J., Eustace, C., Brock, K., Swain, E. &amp; Irwin-Carruthers, S. The Bobath concept in contemporary clinical practice. (Grand Rounds)(Report). Topics in Stroke Rehabilitation. 2009; 16(1): 57-68.<br />
12. Who. Towards a Common Language for Functioning, Disability and Health ICF. Geneva: World Health Organization.2002<br />
13. Mayston, M. Neurodevelopmental Treatment (NDT) &#8211; A vision from the United Kingdom. The Neurodevelopmental Treatment Association. March- April. 2005; Vol 12, Issue 2.<br />
14. Cayo, C., Diamond, M., Bovre, T., et al. The NDT &#8211; Bobath neurodevelopmental treatment. Approach. NDTA Network. 2015; 22 (2):1<br />
15. Bierman, J.C., Franjoine, M.R., Hazzard, C.M., Howle, J.M., Stamer, M. Neurodevelopmental Treatment. A guide to NDT clinical practice. Thieme Publishers. 2016<br />
16. Bobath, B. Motor development,its effect on general development, and application to the treatment of cerebral palsy. Physiotherapy. Nov; 1971<br />
17. Bobath,K. The normal postural reflex mechanism and its deviation in children with cerebral palsy. Physiotherapy. Nov; 1971</p>
<p><strong>Links de interesse:</strong></p>
<p>1. Abradimene: Associação Brasileira para desenvolvimento e divulgação do conceito neuroevolutivo Bobath<br />
Informações sobre o conceito Bobath no Brasil, cursos de formação e instrutores do método.<br />
http://www.abradimene.org.br/</p>
<p>2. Centro Bobath para crianças com paralisia cerebral em Londres, Inglaterra (site em inglês).<br />
Informações sobre a técnica e atendimentos locais nas modalidades regular e intensiva.<br />
https://www.bobath.org.uk/about-us/bobath-therapy</p>
<p>3. ABPC Associação Brasileira de Paralisia Cerebral<br />
https://www.paralisiacerebral.org.br/</p>
<p>4. IBITA: International Bobath Instructors Training Association (site<br />
em inglês)</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="nwa8tQrQvi"><p><a href="https://ibita.org/">Home</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" title="&#8220;Home&#8221; &#8212; IBITA" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  src="https://ibita.org/embed/#?secret=nwa8tQrQvi" data-secret="nwa8tQrQvi" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>5. AconBobath &#8211; Brasil (Associação de Instrutores Pediátricos do<br />
Conceito Bobath &#8211; Brasil)<br />
Informações sobre o Conceito Bobath aplicado à avaliação e<br />
tratamento de crianças e bebês com disfunção neuromotora,<br />
cursos de formação e instrutores do método.<br />
http://www.aconbobath.com.br/</p>
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