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	<title>Neurologia &#8211; Inisp</title>
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	<description>Instituto de Neurologia</description>
	<lastBuildDate>Wed, 26 Aug 2020 17:13:14 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Neurologia &#8211; Inisp</title>
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	<item>
		<title>ADULTOS TAMBÉM TÊM TDAH? SERÁ QUE EU TENHO TDAH?</title>
		<link>https://inisp.com.br/adultos-tambem-tem-tdah-sera-que-eu-tenho-tdah</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Luciana Midori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 03:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH em adultos TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Adultos têm TDAH e também podem ser tratados. Por: Dra. Luciana Midori Inuzuka Nakaharada (CRM/SP 90419), Dra. Christiane Cobas Pedreira (CRM/SP71369) e Melissa Dutra (acadêmica de medicina do quarto período, Centro Universitário São Lucas). Quando falamos em TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade),...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Adultos têm <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a> e também podem ser tratados.</strong></p>



<p>Por: Dra. Luciana Midori Inuzuka Nakaharada (CRM/SP 90419), Dra. Christiane Cobas Pedreira (CRM/SP71369) e Melissa Dutra (acadêmica de medicina do quarto período, Centro Universitário São Lucas).</p>



<p>Quando falamos em <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a> (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), pensamos, no geral, em crianças. Isso se deve ao fato de que ele ocorre em 3% a 5% delas. <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a> é um transtorno neurobiológico, de origem genética, poligênica (não depende exatamente de um único gene) e, também tem influência de fatores ambientais.</p>



<p>No entanto, é válido lembrarmos que em mais da metade dos casos o TDAH acompanha o indivíduo até a vida adulta. Então, apesar de se tratar de um transtorno neurobiólogo que aparece na infância, há casos em que esse diagnóstico acontece apenas tardiamente. É comum um neurologista diagnosticar uma criança com <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a> e acabar identificando também em algum familiar (o pai, a mãe ou tios) ou conhecidos. Com isso, fica o questionamento, será que eu tenho <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a>? E você?</p>



<p>Como o objetivo é trazer, de forma simples, o <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a>, sobretudo em adultos, vamos nos lembrar da nossa infância, certo? Provavelmente, se você tem pelo menos 20 anos você deve se lembrar do Ursinho Pooh e sua turma. Mas, o que isso tem a ver com o <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a>? Bom, um estudo, realizado por pesquisadores, da Universidade de Ave, no Canadá, encontraram indícios de que os personagens do desenho animado protagonizado por Pooh representam diversos transtornos mentais, dentre eles, o <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a>. Com isso, vamos nos lembrar um pouquinho de como era a personalidade e o comportamento de Pooh e de seu amigo, Tigrão, em especial.</p>



<p>Então, comecemos por Pooh que possuía uma grande dificuldade de manter-se atento e focado, além de ter pensamentos dispersos e uma memória de curto prazo bastante falha, esses são sintomas clássicos do <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a>.</p>



<p>Já Tigrão é extremamente hiperativo e impulsivo, características que também são comuns no diagnóstico de <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a>. No entanto, neste caso, a hiperatividade motora está proeminente, o que é mais comum em crianças. Nos adultos, esse sintoma se mostra como inquietude interna, comumente fazem várias atividades ao mesmo tempo, tendo, porém, dificuldade em finalizá-las.</p>



<p>Ficou curioso ou se identificou com algum dos personagens? A Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) disponibiliza um questionário que pode indicar se você se enquadra nesses critérios e se pode ter <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a>.</p>



<p>Porém, é importante lembrar, que esse pode ser um passo para o diagnóstico, a confirmação só é dada pelo médico especializado, seja ele psiquiatra e/ou neurologista.</p>



<p>Então, se após essa leitura você acredita que possa ter <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a>? Que tal procurar um dos especialistas? </p>



<p>O questionário ASRS-18 foi desenvolvido por pesquisadores em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Esta é a versão validada no Brasil.  O questionário é somente um ponto de partida para o levantamento de alguns possíveis sintomas do <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/as-perguntas-e-respostas-mais-comuns-sobre-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-em-criancas/">TDAH</a> e muitas outros transtornos podem ocorrer como comorbidade ou como diagnósticos diferenciais.</p>



<p>Link de acesso ao questionário ASRS18 (desenvolvido por pesquisadores em colaboração com a Organização Mundial de Saúde) . </p>



<p>Esta é a versão validada no Brasil: <a href="https://tdah.org.br/diagnostico-adultos/">https://tdah.org.br/diagnostico-adultos/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diferenças entre AVC isquêmico e AVC hemorrágico</title>
		<link>https://inisp.com.br/diferencas-entre-avc-isquemico-e-avc-hemorragico</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Luciana Midori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 14:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVC Hemorrágico]]></category>
		<category><![CDATA[AVC Isquêmico]]></category>
		<category><![CDATA[AVC isquêmico e AVC hemorrágico]]></category>
		<category><![CDATA[Derrame]]></category>
		<category><![CDATA[Isquemia]]></category>
		<category><![CDATA[Isquemia Cerebral]]></category>
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					<description><![CDATA[Há dados suficientes para afirmar que o AVC é uma doença grave no Brasil. Hoje, vamos mostrar para você as diferenças entre AVC isquêmico e AVC hemorrágico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Há dados suficientes para afirmar que o AVC é uma doença grave no Brasil.
Hoje, vamos mostrar para você as diferenças entre AVC isquêmico e AVC
hemorrágico</h2>



<p>Tanto o AVC isquêmico quanto o AVC hemorrágico, têm a
capacidade de <strong>culminar em resultados clínicos devastadores</strong>.</p>



<p>Os acidentes vasculares cerebrais <strong>podem ser classificados
como hemorrágicos ou não hemorrágicos</strong> e a hemorragia intracerebral abrange
10% a 15% de todos os acidentes vasculares cerebrais.</p>



<p>A hemorragia cerebral ocorre pela ruptura de vasos
cerebrais, geralmente como resultado da pressão alta, exercendo pressão
excessiva nas paredes arteriais já danificadas.</p>



<p>Acidentes isquêmicos ou infartos cerebrais são o resultado
do <strong>desenvolvimento de trombo e/ou êmbolos que levam a bloqueios e
consequentemente levam a deficiência de oxigênio nos tecidos vitais</strong>.</p>



<p>O AVC <strong>hemorrágico está associado a um maior risco de
fatalidade em comparação ao infarto cerebral</strong>.</p>



<p><strong>Aqueles que sofrem AVC isquêmico têm uma chance maior de
sobreviver do que aqueles que sofrem AVC hemorrágico</strong>, pois o AVC
hemorrágico não apenas danifica as células cerebrais, mas também, em maior
proporção, pode levar ao aumento da pressão no cérebro ou espasmos nos vasos
sanguíneos. </p>



<p>Vale ressaltar que, quanto mais precoce o diagnóstico e o
tratamento para o AVC, maiores as chances de recuperação. Deve-se atentar para
os sinais e sintomas e procurar atendimento médico imediatamente.</p>



<p>Os principais sinais de alerta são: fraqueza ou
formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo;
confusão mental; alteração da fala ou compreensão; alteração na visão;
alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar e dor de
cabeça súbita, intensa, sem causa aparente.</p>



<p>O AVC é uma emergência médica e dever ser conduzido
prontamente por equipe médica coordenada por neurologista clínico, em centros
hospitalares (Unidades de AVC), que possam disponibilizar o melhor tratamento
na fase aguda, como trombólise e procedimentos endovasculares.</p>



<p>É importante notar, que existem processos para a recuperação
neurológica.</p>



<p><strong>Esses processos são produzidos naturalmente em cérebros
adultos após reabilitação intensiva, o que poderia promover um fenômeno de
reparo neural</strong>.</p>



<p>Chamamos de neuroplasticidade, também conhecida
como&nbsp;plasticidade neural, e refere-se à <strong>capacidade do sistema nervoso
de mudar, adaptar-se e moldar-se a nível estrutural e funcional ao longo do
desenvolvimento neuronal e quando sujeito a novas experiências</strong>.</p>



<p>Esta característica única faz com que os circuitos neurais
sejam maleáveis e está na base da formação de&nbsp;memórias&nbsp;e
da&nbsp;aprendizagem&nbsp;bem como na adaptação
a lesões e eventos traumáticos ao longo da vida adulta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">É fundamental que se inicie, o mais cedo possível, medidas de reabilitação
como forma de garantir uma recuperação eficaz</h3>



<p>A reabilitação deve ser iniciada assim que o quadro clínico
estabilizar.</p>



<p>Porém a permanência de sequelas incapacitantes, impondo os
pacientes a limitações motoras, sensitivas, sensoriais, de compreensão e
expressão dos pensamentos pode alterar a dinâmica de vida dessas pessoas, <strong>não
somente pelas sequelas físicas que restringem as atividades do cotidiano, mas
por tornarem muitos pacientes dependentes de terceiros para movimentar-se e
agir com maior independência</strong>.</p>



<p>É nítido que esta situação pode constituir-se numa forte
fonte de tensão familiar. </p>



<p>Nesse momento, é necessária uma redefinição de papeis entre
os membros da família, escolhendo alguém para assumir a responsabilidade dos
cuidados e, em muitas vezes, a adequação do ambiente para atender as demandas
do familiar doente.</p>



<p>A experiência de cuidar de alguém acometido por AVC em casa
tem se tornado cada vez mais frequente no cotidiano das famílias, porém,
segundo fontes de pesquisas, em relação aos exercícios de reabilitação, alguns
cuidadores mencionaram que os fazem “<em>quando tem tempo</em>” ou “<em>quando
lembram</em>”.</p>



<p>Essas afirmativas podem suscitar várias interpretações.</p>



<p>Uma delas é a falta de tempo por parte do cuidador.
Considerando que muitos deles, além de cuidarem de seu familiar, trabalham fora,
têm filhos pequenos e/ou cuidam da casa.</p>



<p>As afirmativas podem denotar, inclusive, desinformação por
parte dos cuidadores em relação à importância da realização de atividades
físicas em casos de disfunção motora não apenas como forma de restaurar a
mobilidade, mas principalmente de evitar agravos maiores: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Atrofia muscular; </li><li>Espasticidade e lesões de pele por permanecer
muito tempo sentado ou deitado;</li><li>Aliviar a dor nos casos de síndrome ombro-mão;</li><li>Melhorar os movimentos; e</li><li>A longo prazo, recuperar a função do membro
incapacitado.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Como então você pode ajudar na reabilitação de um paciente que sofreu um
AVC isquêmico e AVC hemorrágico?</h3>



<h4 class="wp-block-heading">#1. Busque informação e conhecimento sobre o acidente</h4>



<p>Nas primeiras semanas, você será bombardeado com novas
informações sobre a condição de seu familiar.</p>



<p>Use esse tempo para <strong>aprender tudo o que puder sobre sua
condição específica e o nível de atendimento que ele possa precisar</strong>.</p>



<p>A equipe médica deve permitir que você assuma um papel ativo
no processo de recuperação.</p>



<p>Acompanhe as consultas médicas e leve uma lista de perguntas.</p>



<p>Converse com seu familiar com antecedência para ver se ele
tem alguma dúvida que possa estar com medo ou sensibilidade demais para
perguntar.</p>



<p>Se o seu hospital oferecer grupos de apoio, participe também
deles para aprender com outros sobreviventes e cuidadores de AVC.&nbsp;<strong>Quanto
mais você aprender, melhor será o atendimento</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">#2. Participe da reabilitação</h4>



<p><strong>A maioria das melhorias ocorrem nos&nbsp;primeiros 6
meses de recuperação do AVC</strong>. </p>



<p>Por isso é importante que seu familiar inicie a reabilitação
o mais rápido possível após o derrame.&nbsp;</p>



<p>Participe das sessões de terapia do seu familiar, isso pode
ajudar ele a se recuperar.</p>



<p>Você também deve perguntar ao terapeuta se existem maneiras de ajudá-lo na reabilitação em casa, como auxilia-lo&nbsp;nos exercícios em casa&nbsp;.</p>



<p>Embora, oferecer suporte possa ser útil, <strong>é importante não
ajudar muito durante as sessões de reabilitação</strong>.&nbsp;Você também deve
incentivar seu familiar a ser mais independente, desde que ele possa executar
com segurança a tarefa.</p>



<p><strong>A realização de pequenos objetivos pessoais pode ajudá-lo
a se sentir mais confiante</strong>.&nbsp;Qualquer maneira de capacitar ele para
concluir uma tarefa, pode incentivar a autoconfiança dele.</p>



<h4 class="wp-block-heading">#3. Observe e monitore seu comportamento e humor </h4>



<p><strong>Um derrame é um evento traumático que provoca grandes mudanças na vida</strong>; portanto, não é surpresa que um sobrevivente de um derrame possa ter dificuldades com&nbsp;mudanças emocionais difíceis.&nbsp;</p>



<p><strong>Algumas dificuldades emocionais, como a depressão, podem
inibir a recuperação</strong>.&nbsp;Mais de 50% dos sobreviventes de AVC sofrem de
depressão após o derrame.</p>



<p>A depressão pode dificultar a recuperação de um
sobrevivente, tanto física quanto emocionalmente.&nbsp;Se o seu familiar
estiver mostrando&nbsp;sinais de depressão, fale com o médico imediatamente.</p>



<p>Apoiar emocionalmente seu familiar é uma parte importante de
ser um cuidador.&nbsp;<strong>Incentive-o a compartilhar seus sentimentos com você e
esteja lá para ouvir</strong>.</p>



<p>Considere ingressar em um grupo de suporte com outros
profissionais de saúde para obter dicas sobre como fornecer suporte.</p>



<p>Você também pode incentivar seu familiar a participar de um
grupo de outros sobreviventes de derrame.&nbsp;Conversar com pessoas que
passaram por uma experiência semelhante pode ser útil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">#4. Considere iniciar um estilo de vida saudável para toda a família (caso
não tenham o hábito)</h4>



<p><strong>Após um AVC,&nbsp;1 em cada 12 pessoas&nbsp;provavelmente
terá um segundo</strong>.</p>



<p>Um derrame pode revelar problemas de saúde que vêm se
acumulando há algum tempo, e seguir um caminho mais saudável pode ser a
diferença entre recaída e um futuro saudável.&nbsp;</p>



<p>Embora existam&nbsp;fatores de risco genéticos&nbsp;que não
possam ser alterados, <strong>muitos fatores de risco para o estilo de vida podem
ser abordados</strong>.</p>



<p>Ser ativo é uma parte importante da prevenção de
AVC.&nbsp;Uma equipe de saúde especializada pode ajudar a criar uma rotina de
exercícios adaptada às capacidades do seu familiar.&nbsp;</p>



<p>Ter uma dieta saudável e com pouca gordura também é importante.&nbsp;<strong>Uma
alimentação saudável pode diminuir o colesterol e reduzir a inflamação</strong>.</p>



<p>A ingestão de álcool também deve ser limitada.&nbsp;Se seu
familiar é fumante, ele deve parar imediatamente, pois <strong>isso pode&nbsp;dobrar
o risco de sofrer um derrame</strong>.&nbsp;É importante ajudar o seu familiar a
permanecer no caminho certo com medicamentos e consultas médicas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">#5. E o mais importante – Lembre de cuidar de si</h4>



<p>Como cuidador, você pode sentir a necessidade de fazer tudo
pelo seu familiar, mas é importante reservar um tempo para si também.&nbsp;</p>



<p>Os <strong>cuidadores podem se sentir&nbsp;isolados,
sobrecarregados e estão em&nbsp;risco de depressão também</strong>.&nbsp;Cuidar de
si mesmo é importante para você e seu familiar.&nbsp;É difícil prestar bons
cuidados quando você não está em um bom lugar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existem vários recursos disponíveis que podem ajudar os cuidadores que
estão se sentindo sobrecarregados.&nbsp; Nunca se sinta culpado pedindo ajuda
ou tendo tempo para si mesmo.&nbsp;Sua saúde também é importante.</h2>



<p>Se precisar de orientações ou auxílio, conte com a equipe do
INISP</p>



<p>Todo o conteúdo deste blog é apenas para fins informativos e
não se destina a substituir um aconselhamento, diagnóstico ou tratamento médico
profissional.</p>



<p>Sempre consulte o seu médico ou outro profissional de saúde
qualificado com qualquer dúvida que possa ter em relação a uma condição médica.</p>



<p>Se você acha que pode ter uma emergência médica, ligue para seu médico ou 192 imediatamente. A confiança em qualquer informação fornecida pelo site do INISP é exclusivamente de seu próprio risco.</p>



<div class="wp-block-columns caixa-autor is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:25%">
<figure class="wp-block-image size-thumbnail is-style-rounded"><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://inisp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Dr.-Gustavo-Mercenas-dos-Santos-150x150.jpg" alt="" class="wp-image-821"/></figure>



<p></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:75%">
<h3 class="wp-block-heading">Dr. Gustavo Mercenas dos Santos</h3>



<p>Neurologista e Neurofisiologista</p>



<p><strong>CRM – 142.825-SP / RQE &#8211; 70009-1</strong></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Enxaqueca e o uso abusivo de analgésicos</title>
		<link>https://inisp.com.br/enxaqueca-e-o-uso-abusivo-de-analgesicos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Luciana Midori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 00:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[enxaqueca]]></category>
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					<description><![CDATA[A dor de cabeça, também conhecida como cefaléia, é uma das queixas médicas mais comuns, apresentando-se com as características e intensidades mais variadas entre os indivíduos acometidos. Para o diagnóstico (e, portanto, o tratamento) correto, a International Headache Society (Sociedade Internacional de Cefaléia, entidade composta...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor de cabeça, também conhecida como cefaléia, é uma das queixas médicas mais comuns, apresentando-se com as características e intensidades mais variadas entre os indivíduos acometidos. Para o diagnóstico (e, portanto, o tratamento) correto, a International Headache Society (Sociedade Internacional de Cefaléia, entidade composta pelos maiores especialistas no assunto de todo o mundo, fundada na Alemanhã em 1982 pelo já falecido neurologista Prof. Dr. Dieter Soyka) criou, em 1988, a Classificação Internacional de Cefaléias.</p>
<p>Atualmente, com sua Terceira Edição publicada oficialmente em 2018, conta com cerca de mais de 150 tipos de cefaleia, a fim de orientar os profissionais ao diagnóstico e tratamento mais assertivos.</p>
<p>Entre estes tipos, encontra-se a Enxaqueca, também chamada de Migrânea. A enxaqueca é a segunda causa mais comum de dores de cabeça em todo o mundo, estimando-se acometer cerca de 15-20% da população brasileira. Esta pode acometer indivíduos em todos as faixas etárias, tendo-se as mulheres jovens, dos 25 aos 45 anos, como predominantes. Recentemente, a OMS passou a classificar a Enxaqueca como uma das doenças potencialmente incapacitantes, tamanho os possíveis prejuízos emocional, social e econômico associados.</p>
<p>Em termos de frequência, de acordo com a Classificação Internacional de Cefaléias, a Enxaqueca pode ser classificada em Episódica (menos de 15 episódios de dores de cabeça por mês e/ou menos de 8 crises características de enxaqueca por mês) ou Crônica (na presença de 15 dias ou mais de dores de cabeça por mês, por pelo menos 03 meses, sendo que destes, 08 episódios por mês são característicos de crises de enxaqueca).</p>
<p>Por tratar-se de condição muitas vezes bastante limitante, é uma das (se não a) queixa mais frequente dos pacientes no consultório de um neurologista, além de também compreender parcela expressiva dos atendimentos no Pronto-Socorro.</p>
<p>Estas pessoas buscam por alívio às suas terríveis e incapacitantes dores de cabeça, que frequentemente comprometem gravemente sua qualidade de vida. Tendo em vista sua característica intensa e limitante, muitos indivíduos acabam por tomar uma postura protagonista no tratamento das crises de enxaqueca, recorrendo aos mais variados analgésicos (medicamentos para dor) e anti-inflamatórios, na esperança de poder dirimir tamanho incômodo.</p>
<p>Contudo, a falta de orientação médica adequada, o desespero por sanar a condição e a grande facilidade em se adquirir analgésicos sem prescrição médica (os chamados “Over-the-counter” ou “Atrás-do-balcão”, fazendo alusão ao termo em inglês que se refere aos medicamentos que não necessitam oficialmente de prescrição médica para comercialização) agem conjuntamente para levar ao que se chama de Uso Abusivo de Analgésicos.</p>
<p>O conceito de Uso Abusivo de Analgésicos consiste no uso de tais medicações, de 2 a 3 vezes por semana, por pelo menos 3 meses consecutivos. Uma vez que, para muitos dos indivíduos acometidos, os episódios de dores de cabeça da enxaqueca podem alcançar (e, inclusive, ultrapassar) tal frequência, fica fácil imaginar que a prevalência de pessoas em risco ou já praticando tal uso inadequado é grande e cada vez maior.</p>
<p>E qual o problema com uso recorrente e inadequado dessas medicações?</p>
<p>Bem, além dos já conhecidos e difundidos efeitos colaterais dessas medicações (como lesão aos rins, estômago e intestino), o Uso Abusivo de Analgésicos é um fator capaz de levar ao que se chama de Transformação/Cronificação da Enxaqueca, levando a episódios mais frequentes, intensos, duradouros e refratários ao tratamento. Portanto, a incapacidade gerada pela Enxaqueca faz-se ainda mais grave.</p>
<p>Portanto, como evitar o Uso Abusivo de Analgésicos e a Cronificação da Enxaqueca?</p>
<p>Primeiramente, é muito importante que o diagnóstico correto do tipo de dor de cabeça, a consequente identificação da enxaqueca e os possíveis gatilhos das crises, sejam feitos. Para tanto, uma avaliação neurológica detalhada é o ideal.</p>
<p>Assim, de acordo com o perfil de cada paciente, de modo individualizado, será proposto um tipo de tratamento, a fim de minimizar o máximo possível a quantidade e intensidade de crises e proporcionar melhor qualidade de vida. Aos pacientes com crises mais limitantes e/ou frequentes, serão ofertados os tratamentos ditos como profiláticos. A profilaxia (ou seja, o braço do tratamento que visa impedir a ocorrência das crises de enxaqueca) consiste primariamente no uso de medicamentos de tomada diários, mudanças comportamentais e alimentares, prática de atividades físicas e hábitos de vida saudáveis, psicoterapia e higiene do sono. Aliados a estes, encontram-se arsenais como dispositivos e aplicação de toxina botulínica.</p>
<p>E você, sofre de dores de cabeça? Usa e abusa de analgésicos? Fique atento!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Paralisia cerebral espástica</title>
		<link>https://inisp.com.br/paralisia-cerebral-espastica-como-identificar-precocemente-essa-alteracao-como-intervir-para-melhorar-a-espasticidade</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Luciana Midori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 00:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[espasticidade]]></category>
		<category><![CDATA[paralisia cerebral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inisp.com.br/?p=583</guid>

					<description><![CDATA[Como identificar precocemente essa alteração? Como intervir para melhorar a espasticidade? Desde a descrição inicial de Little em 1861, reconhece-se que paralisia cerebral, ou simplesmente PC, é um distúrbio persistente, mas variável, do movimento e da postura, que surge nos primeiros anos de vida, decorrente...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Como identificar precocemente essa alteração? Como intervir para melhorar a espasticidade?</strong></p>



<p>Desde a descrição inicial de Little em 1861, reconhece-se que <a href="https://inisp.com.br/neurologia-infantil/quais-as-causas-e-sintomas-da-paralisia-cerebral/">paralisia cerebral</a>, ou simplesmente PC, é um distúrbio persistente, mas variável, do movimento e da postura, que surge nos primeiros anos de vida, decorrente de uma doença não progressiva, e que persiste pela vida toda. O surgimento de técnicas mais modernas de neuroimagem, a melhor compreensão dos mecanismos de lesão neuronal e o advento de novas técnicas de avaliação genética nos levou a revisitar a definição de paralisia cerebral, uma vez que foram identificadas inúmeras causas para a PC.</p>



<p>Formou-se, então, um grupo de estudos para a definição e classificação da PC, publicado em 2007. Atualmente, entende-se PC como um grupo de distúrbios permanentes do desenvolvimento do movimento e da postura, que provoca diminuição da atividade, atribuída a uma condição não progressiva que atingiu o desenvolvimento do cérebro do feto ou do lactente. Os distúrbios motores na PC geralmente são acompanhados de alterações na sensibilidade, percepção, cognição, comunicação e comportamento, além de epilepsia e problemas musculoesqueléticos secundários.1</p>



<p>É importante reforçar que, embora a lesão causadora da PC seja não progressiva, o comprometimento neuromuscular e as limitações funcionais o são.2,3 Por isso, é extremamente importante o diagnóstico precoce de alterações na movimentação e na marcha para que se possa intervir e melhorar o prognóstico motor.<br>A PC, sob a perspectiva neurológica, pode ser classificada em quatro diferentes formas clínicas:</p>



<p>1. <strong>PC espástica.</strong> Essa é a forma mais comum, representa cerca de 87% casos. As crianças apresentam aumento do tônus muscular, aumento dos reflexos profundos e clônus. Os membros inferiores tendem a fazer rotação interna e adução do quadril, os pés ficam esticados e as pernas se cruzam, o que chamamos de posição “em tesoura”.</p>



<p>2. <strong>PC discinética ou distônica.</strong> Representa 7,5% dos casos. A criança apresenta movimentos involuntários, não controlados, recorrentes e, ocasionalmente, estereotipados.</p>



<p>3.<strong> PC atáxica.</strong> Corresponde a 4% dos casos. As crianças apresentam uma incoordenação dos movimentos, que são realizados com força, ritmo e precisão anormais.</p>



<p>4. <strong>PC mista.</strong> Combinação das formas anteriores.</p>



<p>Uma criança normalmente dá os primeiros passos sem apoio antes dos 16 meses de idade, a marcha estabiliza-se por volta dos 3 a 4 anos e está completamente madura aos 7 anos.4 O diagnóstico de PC geralmente é feito ao observar uma criança pequena com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, que apresenta alguma anormalidade no tônus muscular e na postura, ou quando apresenta alguma alteração na marcha. Muitas vezes essas alterações são leves e o único sinal percebido é que a criança anda na ponta dos pés; em situações mais graves, as pernas se cruzam anteriormente e há um movimento “em tesoura” com as mesmas.4 Entre as crianças com PC que não andam aos 2 anos, apenas 10% estará andando aos 7 anos.5</p>



<p>Na forma espástica da PC, a gravidade dos déficits motores e a distribuição dos membros afetados são determinadas pela extensão da lesão cerebral. As lesões mais próximas dos ventrículos cerebrais geralmente produzem comprometimento mais leve dos membros inferiores. Quando essas lesões são extensas, percebe-se dificuldades motoras mais grave acometendo tanto nos membros inferiores quanto superiores.</p>



<p>A criança com PC espástica apresenta fraqueza muscular e resistência ao estiramento muscular devido a uma rigidez muscular reflexa, neuro-mediada (espasticidade muscular) e uma rigidez muscular passiva. A fraqueza muscular leva a dificuldade de fazer a flexão dorsal do pé, a extensão do quadril e do joelho. Assim, essas crianças terão comprometimento da marcha porque andarão na ponta dos pés e com os joelhos e os quadris fletidos.</p>



<p>A identificação precoce das anormalidades do movimento, bem como sua prevenção em bebês de risco, é fundamental para intervenção multidisciplinar. Devem ser identificados e eliminados todo os fatores desencadeantes, como infecções, alterações posturais, órteses mal adaptadas, sapatos apertados, distúrbios do sono e estresse, entre outros, que podem estar piorando a espasticidade.</p>



<p>O tratamento da espasticidade deve ser individualizado e inclui fisioterapia, terapia ocupacional, medicamentos orais, bloqueios químicos (injeção de toxina botulínica e ou fenol nos músculos hiperativos), bomba intratecal de baclofeno e cirurgia.</p>



<p>A idade da criança determina o melhor tratamento.6</p>



<p><strong>Influência da idade sobre as opções terapêuticas na paralisia cerebral:</strong></p>



<p><em><strong>0 – 3 anos</strong></em></p>



<p>Definir metas</p>



<p>Identificar a etiologia</p>



<p>Fisioterapia e terapia ocupacional</p>



<p>Avaliar medicamentos orais</p>



<p>Toxina botulínica</p>



<p><em><strong>4 anos &#8211; puberdade</strong></em></p>



<p>Definir metas</p>



<p>Fisioterapia e terapia ocupacional</p>



<p>Avaliar medicamentos orais</p>



<p>Toxina botulínica</p>



<p>Rizotomia dorsal seletiva</p>



<p>Bomba de baclofeno</p>



<p>Cirurgias ortopédicas</p>



<p><em><strong>Puberdade</strong></em></p>



<p>Definir metas</p>



<p>Fisioterapia e terapia ocupacional</p>



<p>Avaliar medicamentos orais</p>



<p>Toxina botulínica</p>



<p>Bomba de baclofeno</p>



<p>Cirurgias ortopédicas</p>



<p><em><strong>Os medicamentos orais utilizados no tratamento da espasticidade são:</strong></em></p>



<p>1. Baclofeno, que é uma substancia semelhante ao GABA (neurotransmissor inibitório). Ele provoca uma inibição dos reflexos medulares e, consequentemente, relaxamento muscular.</p>



<p>2. Tizanidina é um relaxante muscular que age principalmente na medula espinhal e reduz o tônus muscular excessivo. É um derivado imidazólico que age nos receptores alfa 2 adrenérgicos da medula.</p>



<p>3. Diazepam é um medicamento do grupo dos benzodiazepínicos e age na redução do espasmo muscular reflexo.</p>



<p>4. Dantrolene é um medicamento que inibe a liberação do cálcio a nível do músculo e provoca fraqueza muscular.</p>



<p>A toxina botulínica do tipo A vem sendo utilizada para tratamento da espasticidade na paralisia cerebral desde 1993. Ela é injetada nos músculos das crianças com paresia espástica e provoca uma redução temporária do tônus muscular. Ela é indicada para melhorar a função motora, aliviar a dor, corrigir postura anormais e suportar o desenvolvimento motor, prevenindo contraturas e deformidades. As recomendações atuais levam em consideração a classificação funcional (Gross Motor Function Classification System &#8211; GMFCS).</p>



<p>A dose da toxina botulínica é calculada de acordo com o peso, a idade da criança, os músculos acometidos e a gravidade da espasticidade. Os efeitos podem ser observados após 24 a 72 horas da aplicação e duram, em média 3 a 6 meses.</p>



<p>A toxina botulínica é segura e eficaz na paralisia cerebral. Os principais eventos adversos são dor no local na aplicação, hematomas locais, edema, infecção e perda de força além do que havia sido planejado.</p>



<p>Como a toxina botulínica é uma proteína imunogênica, alguns pacientes podem produzir anticorpos que levarão a uma diminuição da eficácia. Apesar da incidência dessa situação ser baixa, recomenda-se que se utilize a menor dose necessária para o efeito clínico desejado e que se respeite o intervalo mínimo de 3 meses entre as aplicações.</p>



<p><em><strong>Referências Bibliográficas</strong></em></p>



<p>1. The Definition and Classification of Cerebral Palsy. Dev Med Child Neurol. 2007 Feb; 49(s109):1-44.<br>2. Bell, K. J., Ounpuu, S., DeLuca, P. A., and Romness, M. J. (2002). Natural progression of gait in children with cerebral palsy. J. Pediatr. Orthop. 22, 677–682<br>3. Sanger, T. D. (2015). Movement disorders in cerebral palsy. J. Pediatr. Neurol. 13, 198–207<br>4. Wu, Y. W., Mehravari, A. S., Numis, A. L., and Gross, P. (2015). Cerebral palsy research funding from the National Institutes of Health, 2001 to 2013. Dev. Med. Child Neurol. 57, 936–941<br>5. Wu, Y. W., Day, S. M., Strauss, D. J., and Shavelle, R. M. (2004). Prognosis for ambulation in cerebral palsy: a population-based study. Pediatrics 114, 1264–1271<br>6. Tilton AH, Maria BL. Consensus statement on pharmacotherapy for spasticity. J Child Neurol. 2001;16(1):66-7.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">Dra. Gláucia Somensi Alonso</h3>



<p>Médica fisiatra</p>



<p><strong>CRM – 82723SP / RQE &#8211; 72085</strong></p>



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